Como ninguém das Produções Fictícias me contactou até ao momento, começo a chegar à conclusão que das duas, duas: Ou ninguém que me conheça conhece alguém nas PF, ou a qualidade do humor nas PF baixou tanto que até um estúpido como eu consegue fazer um trocadilho igual aos que sai no Inimigo Público.
Também há outra hipótese.
O que vai modificar a expressão "Das duas, duas" para "Das três, três", que já tinha sido alterada de "Das duas, uma", que por sua vez foi alterada de "Da uma, uma", que resulta da manipulação, na secretaria, por parte de Pinto da Costa, no resultado 1-0 na Luz.
Mas do Benfica e da maneira como anda a ser roubado pelas arbitragens falo noutro post.
(É assunto sério demais para se brincar. Pode mesmo tornar-se fisico, e ver pela transferência do guarda-redes Moretto para o clube)
A outra hipótese é que há um cartel.
Há um cartel, embora eu não sei o que isso seja, mas gosto desta palavra.
Mas tem que ser um cartel.
A alternativa é haver um consórcio organizado por parte de um pequeno grupo de pessoas ou empresas para garantir o controlo sobre uma determinada área.
O que logicamente não pode ser porque humor não é medida de superfície, e área é.
Ok.
Havendo um cartel é lógico pensar em máfia, e em máfia pensar em Marlon Brando. Pensando em Marlon Brando lembro-me logo de Joaquim Oliveira (que para quem não saiba é aquele que se senta á direita de Pinto da Costa na bancada VIP do estádio do FCP, isto para a malta do futebol. Para a malta do dinheiro e que de futebol só percebe se tiver um livro de cheques, assim tipo os últimos presidentes do Sporting, Joaquim Oliveira é o novo dono da Lusomundo). Sempre é melhor pegar em alguém que não é actor profissional, para interpretar o papel de padrinho, porque seria com certeza mais convincente do que pegar num actor profissional. Digamos, por exemplo - (ora, agora um exemplo de um bom actor profissional é complicado, porque existem muitos. Vai ter que ser mesmo ao calhas) - tipo alguém que assim ao calhas, mas mesmo ao calhas seria… George Clooney. (Joaquim De Almeida também é hipótese, mas Clooney ganha mais. Logo é melhor)
Como até agora ainda não disse nada sobre nada, e nada também sobre tudo - até porque não gosto de dizer tudo sobre tudo e deixar nada por dizer - Gosto sempre de deixar algo por dizer sobre tudo e sobre nada, o que me deixa sempre com algo para dizer. - "Damn! I'm a lyricist!!"
Desculpem o meu estrangeirismo, mas é que ando a aprender árabe para poder entrar no mundo do petróleo. Toda a gente sabe que para entrar no mundo do petróleo é preciso saber árabe porque são os árabes que têm as maiores empresas de distribuição de petróleo, como a BP, a Repsol, ou também vá lá… a Galp. (Só me lembrei destas porque são as que controlam o meu bairro)
Voltando ao nada, ou seja ao valor do meu humor e ao futebol praticado pelas equipas da Liga BetAndWin, à excepção do do Benfica … espero não estar a cometer uma ilegalidade ao fazer publicidade a algo que está ilegal em Portugal… esperem lá… "Há tanta coisa ilegal em Portugal, mais uma menos uma" como disse Valentim Loureiro, o Sr. Major.
Tenho que parar com esta violência gratuita a figuras públicas e começar a cobrar alguma coisa. Assim como a publicidade gratuita às empresas petrolíferas que proliferam neste post. (Já começo a falar como gente grande, tipo Fernando Ulrich. Para ser como ele só tenho que entrar no Inimigo Público, para ser considerado jornalista, como Ulrich no Expresso, segundo a revista "Visão". Depois do Inimigo Público, fico lançado. E dali é para a Banca – o meu grande objectivo.)
Ser banqueiro é o meu desejo, mas não há cursos nas universidades portuguesas. Para tal, temos que ir lá para fora de preferência para países com um PIB inferior ao ordenado mínimo existente na Somália, se é que na Somália existe ordenado mínimo, lá não existe nada a não ser fome, mas isso não interessa. (Como já comentei com uma amiga minha: "Os pobres não me interessam. Os pobrezinhos é que são importantes")
De certo existem mais países nestas condições, mas a minha cultura mundi-geo-económico-político-esratégica está muito longe da do Nuno Rogeiro e termina na fronteira com a Espanha.
Lanço o repto (esse grande programa de rádio na Antena 3. Só que tinha um "a" em vez do "e" - um excelente trocadilho), à única pessoa que lê os meus posts e visita este blog – exactamente por esta ordem de acções, para se lançar na banca. Porque afinal metade de um percurso de sucesso já tem.
P.S.:
Este post foi escrito ao som, das teclas silenciosas do meu PC, com samples da música de mãe a chamar para jantar. E esse grande nome do fado, Kanye West, em "Diamonds From Serra Leone (remix)"
P.S. 2:
Registo com agrado que o meu humor se tenha deixado influenciar pelos Gato Fedorento nesta 4ª série. Já era tempo!
Sempre vale tarde do que nunca. O meu humor também varia, o que o torna dificil de controlar. Assim se tiver alguma influência sempre pode ser que tome o "caminho certo", que largue os anti-depressivos, o álcool e o praguejar em excesso e faça de si, mas sobretudo de mim, alguém.