Quarta-feira, Abril 05, 2006

Já quis ser como ele!



http://www.chucknorrisfacts.com/

Fizeram-me chegar esta pérola.
A minha vida teria sido completamente diferente se não tivesse conhecido o Chuck.

"See you, when i see you!"

Sábado, Abril 01, 2006

Hip-Hop: Some Of 2005

O melhor do ano que passou na meca do Hip-Hop...

"Let's Kick It!"

...if you like Hip-Hop...

..."I'll hook you up!"...

...2006 on the way...


Domingo, Março 26, 2006

Algo sobre algo! (Visivelmente influenciado pelos Gato Fedorento)

Como ninguém das Produções Fictícias me contactou até ao momento, começo a chegar à conclusão que das duas, duas: Ou ninguém que me conheça conhece alguém nas PF, ou a qualidade do humor nas PF baixou tanto que até um estúpido como eu consegue fazer um trocadilho igual aos que sai no Inimigo Público.



Também há outra hipótese.

O que vai modificar a expressão "Das duas, duas" para "Das três, três", que já tinha sido alterada de "Das duas, uma", que por sua vez foi alterada de "Da uma, uma", que resulta da manipulação, na secretaria, por parte de Pinto da Costa, no resultado 1-0 na Luz.

Mas do Benfica e da maneira como anda a ser roubado pelas arbitragens falo noutro post.
(É assunto sério demais para se brincar. Pode mesmo tornar-se fisico, e ver pela transferência do guarda-redes Moretto para o clube)


A outra hipótese é que há um cartel.

Há um cartel, embora eu não sei o que isso seja, mas gosto desta palavra.

Mas tem que ser um cartel.

A alternativa é haver um consórcio organizado por parte de um pequeno grupo de pessoas ou empresas para garantir o controlo sobre uma determinada área.
O que logicamente não pode ser porque humor não é medida de superfície, e área é.



Ok.

Havendo um cartel é lógico pensar em máfia, e em máfia pensar em Marlon Brando. Pensando em Marlon Brando lembro-me logo de Joaquim Oliveira (que para quem não saiba é aquele que se senta á direita de Pinto da Costa na bancada VIP do estádio do FCP, isto para a malta do futebol. Para a malta do dinheiro e que de futebol só percebe se tiver um livro de cheques, assim tipo os últimos presidentes do Sporting, Joaquim Oliveira é o novo dono da Lusomundo). Sempre é melhor pegar em alguém que não é actor profissional, para interpretar o papel de padrinho, porque seria com certeza mais convincente do que pegar num actor profissional. Digamos, por exemplo - (ora, agora um exemplo de um bom actor profissional é complicado, porque existem muitos. Vai ter que ser mesmo ao calhas) - tipo alguém que assim ao calhas, mas mesmo ao calhas seria… George Clooney. (Joaquim De Almeida também é hipótese, mas Clooney ganha mais. Logo é melhor)



Como até agora ainda não disse nada sobre nada, e nada também sobre tudo - até porque não gosto de dizer tudo sobre tudo e deixar nada por dizer - Gosto sempre de deixar algo por dizer sobre tudo e sobre nada, o que me deixa sempre com algo para dizer. - "Damn! I'm a lyricist!!"



Desculpem o meu estrangeirismo, mas é que ando a aprender árabe para poder entrar no mundo do petróleo. Toda a gente sabe que para entrar no mundo do petróleo é preciso saber árabe porque são os árabes que têm as maiores empresas de distribuição de petróleo, como a BP, a Repsol, ou também vá lá… a Galp. (Só me lembrei destas porque são as que controlam o meu bairro)



Voltando ao nada, ou seja ao valor do meu humor e ao futebol praticado pelas equipas da Liga BetAndWin, à excepção do do Benfica … espero não estar a cometer uma ilegalidade ao fazer publicidade a algo que está ilegal em Portugal… esperem lá… "Há tanta coisa ilegal em Portugal, mais uma menos uma" como disse Valentim Loureiro, o Sr. Major.



Tenho que parar com esta violência gratuita a figuras públicas e começar a cobrar alguma coisa. Assim como a publicidade gratuita às empresas petrolíferas que proliferam neste post. (Já começo a falar como gente grande, tipo Fernando Ulrich. Para ser como ele só tenho que entrar no Inimigo Público, para ser considerado jornalista, como Ulrich no Expresso, segundo a revista "Visão". Depois do Inimigo Público, fico lançado. E dali é para a Banca – o meu grande objectivo.)



Ser banqueiro é o meu desejo, mas não há cursos nas universidades portuguesas. Para tal, temos que ir lá para fora de preferência para países com um PIB inferior ao ordenado mínimo existente na Somália, se é que na Somália existe ordenado mínimo, lá não existe nada a não ser fome, mas isso não interessa. (Como já comentei com uma amiga minha: "Os pobres não me interessam. Os pobrezinhos é que são importantes")

De certo existem mais países nestas condições, mas a minha cultura mundi-geo-económico-político-esratégica está muito longe da do Nuno Rogeiro e termina na fronteira com a Espanha.



Lanço o repto (esse grande programa de rádio na Antena 3. Só que tinha um "a" em vez do "e" - um excelente trocadilho), à única pessoa que lê os meus posts e visita este blog – exactamente por esta ordem de acções, para se lançar na banca. Porque afinal metade de um percurso de sucesso já tem.



P.S.:
Este post foi escrito ao som, das teclas silenciosas do meu PC, com samples da música de mãe a chamar para jantar. E esse grande nome do fado, Kanye West, em "Diamonds From Serra Leone (remix)"


P.S. 2:
Registo com agrado que o meu humor se tenha deixado influenciar pelos Gato Fedorento nesta 4ª série. Já era tempo!
Sempre vale tarde do que nunca. O meu humor também varia, o que o torna dificil de controlar. Assim se tiver alguma influência sempre pode ser que tome o "caminho certo", que largue os anti-depressivos, o álcool e o praguejar em excesso e faça de si, mas sobretudo de mim, alguém.

Sexta-feira, Março 17, 2006

Regresso Ao Futuro II (e última, não me apetece regressar mais): PSD, SCP, RAP, IP, PF...

Confesso que fiquei com receio que me considerassem um neo-nacionalista devido ao meu último post. Sim, se fosse só nacionalista até nem me importava, mas como sou novo nestas coisas da politica, acho que neo fica melhor. Acho que estas coisa de neo-qualquer coisa é mais uma vez uma tentativa de catalogar algo que não se sabe o que é.

Passo a explicar:
Muita gente viu o filme Matrix. E dessa muita gente que viu, muita não percebeu nada do que viu.
A personagem principal chama-se Neo e é interpretada por Keanu Reeves.
Keanu Reeves é um grande actor, que só tem rival à altura em George Clooney, pela forma como tão igual é a sua intepretação quão diferente é o filme.
Os que não perceberam nada do filme começam numa talentosa e interessante discussão, no fim da triologia Matrix, do tipo: Cinéfilo 1: “É pá, (os cinéfilos tratam-se por pá) aquilo era um Neo mais realista” Cinéfilo 2: (os cinéfilos também têm números geralmente começam por 1 assim sucessivamente) “Sim pá, no 2º talvez mas no 1º era definitivamente um Neo-impressionista, pela forma como me impressionou. Fiquei bastante impressionado com a interpretação do Keanu Reeves” Cinéfilo 007: “Pás, eu acho que sim no 1º também fiquei muito impressionado, sem duvida uma grande interpretação, no 2º já achei um Neo-classicismo pela maneira com cai no clássico herói que seduz a mulher, neste caso a Trinity. Esta relação é sem dúvida um clássico no que toca a relações amorosas em filmes. No último achei um Neo-realista, é tão real a forma como Keanu Reeves interpreta o papel de neo-Rambo e neo-Super-Homem, com um pouco de neo-Homem-Aranha.”. Findo esta dissecação da triologia Matrix os cinéfilos foram ao Mac e depois a um Peep-show.



Explicada a proveniência do meu receio de ser catalogado neo-nacionalista, passo a expor a minha última preocupação. – A industria Têxtil.



Apercebi-me hoje que a indústria têxtil está em crise. Como? No XXVIII Congresso do PSD. (Os partidos políticos em Portugal usam numeração romana para numerarem os congressos, já os romanos usam numeração chinesa para numerarem os congressos, os chineses usam numeração árabe, os árabes usam balas.)



A industria têxtil está em crise e deu sinal no Congresso do PSD, pela falta de toalhas cor-de-laranja para cobrirem as mesas dos congressistas. Quem vir na TV repara que nas últimas 5 filas de mesas as toalhas são verdes, que segundo constam foram compradas ao Sporting antes do inicio da Assembleia Geral do clube, integrada no plano de venda de património De Filipe Soares Franco. Só assim se explica o facto de o Sporting não permitir a transmissão televisiva da assembleia, com vergonha de mostrar as 5 mesas com a totalidade de associados do Sporting, que assistiram à assembleia geral, sem toalhas.



Depois de copiar o estilo de escrita do Ricardo Araújo Pereira, na sua coluna da “Boca do Inferno”, na revista Visão; e depois de ter feito uma piada com o congresso do PSD e assembleia geral do SCP- em que o Filipe Soares Franco saía do Pavilhão Atlântico líder do PSD e o Marques Mendes líder do SC- que depois saiu na última edição do Inimigo Público, mas que infelizmente não é da minha autoria : eu fiz a mesma piada muito antes de sair no IP, a minha mãe pode provar. Mas também a minha mãe é minha fã e faz tudo o que lhe peço mesmo que seja mentira.



Sendo assim, provado por A+B, se alguém conhecer alguém que conhece alguém que trabalha para alguém que está encarregue de colocar agrafos nas folhas com os textos nas Produções Fictícias e que se cruze com o director, peço que lhe faça chegar este texto porque eu quero colaborar com as Produções Fictícias.

Este texto foi escrito ao som da voz de Luís Filipe Menezes. Uma bela música passada aos microfones da Sic-Noticias, depois do spot sobre as guerras e a paz ao som de Boss AC. Grande playlist a da Sic-Noticias. (deve ser a nova lei da música nacional, mas isso é outro post)

Sexta-feira, Novembro 04, 2005

Regresso Ao Futuro I : ser Portugal

Alguém reparou, ou fui só eu?
Houve um festival qualquer com prémios aí algures por Lisboa.
Sim, foram os European Music Awards da MTV.
A ideia com que fiquei foi que gozaram com a nossa casa, em nossa casa e nós ainda lhes servimos o nosso melhor vinho:
1º. European? A maioria dos candidatos eram americanos.
2º. Música portuguesa, nem vê-la.
3º. Os The Gift foram ao palco, mas emissão era só para nós. O telespectador inglês não viu os The Gift. Muito menos o americano.
4º. Alguem reparou na imagem que nós temos lá fora?
No festival do ano passado em Roma, nos spots publicitários ao evento eram vistas pizzas e scutters.
Nós tivemos direito a uma senhora velhinha, corcunda, vestida de preto e com uma malinha na mão (também preta), a mudar uma placa na Praça Do Comércio.
Como se não bastasse, a menina que entregava o cartão com o vencedor da categoria vinha de preto e com a malinha na mão (também preta).
(O cartão com o vencedor era retirado da mala pela pessoa que o anunciava, é impressão minha ou chamaram-nos carteiristas?)
É por isto tudo que o MTV EMA foi importante para portugal como toda a gente diz, e eu não fujo à regra.
Viva Portugal!

Quinta-feira, Novembro 03, 2005

A Bactéria

Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca, pão dormido, asa de barata torta

Teu conceito parece, à primeira vista,
Um barrococó figurativo neo-expressionista
Com pitadas de arte nouveau pós-surrealista
Ao cabo da revalorização da natureza morta

Minha mãe certa vez disse-me um dia,
Vendo minha obra exposta na galeria,
"Meu filho, isso é mais estranho que o cu da gia
E muito mais feio que um hipopótamo insone"

Pra entender um trabalho tão moderno
É preciso ler o segundo caderno,
Calcular o produto bruto interno,
Multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone,
Rodopiando na fúria do ciclone,
Reinvento o céu e o inferno

Minha mãe não entendeu o subtexto
Da arte desmaterializada no presente contexto
Reciclando o lixo lá do cesto
Chego a um resultado estético bacana

Com a graça de Deus e Basquiá
Nova York, me espere que eu vou já
Picharei com dendê de vatapá
Uma psicodélica baiana

Misturarei anáguas de viúva
Com tampinhas de pepsi e fanta uva
Um penico com água da última chuva,
Ampolas de injeção de penicilina

Desmaterializando a matéria
Com a arte pulsando na artéria
Boto fogo no gelo da Sibéria
Faço até cair neve em Teresina
Com o clarão do raio da siribrina
Desintegro o poder da bactéria

Com o clarão do raio da siribrina
Desintegro o poder da bactéria

"Bienal" de Zeca Baleiro, do disco "Vou Imbôlá" (1999)

Terça-feira, Julho 19, 2005

Vou De Férias!

Não é que a actividade por este sítio seja muita, mas como muitos outros sítios na blogosfera andam a dizer que vão de férias, para justificar a ausência de posts durante um largo período de tempo, eu decidi fazer o mesmo.
Se bem que vá mesmo de férias para onde teclados e monitores não se vislumbram (já ratos nunca se sabe,...e aranhas!) , jornais e revistas também são uma miragem. A verdade é que é uma boa desculpa para quem cria um blog e depois raramente coloca posts.
Estou decidido a mudar a periodicidade com que coloco posts.
Não menos verdade é que os acontecimentos me ultrapassam. Passa-se tudo tão depressa que não dão tempo de um gajo comentar qualquer coisa (sem ter que modificar a data de colocação do post, para parecer actual). Outra verdade ainda é que a minha vida não é bem isto, e entre estar aqui numa espécie de diálogo com alguém via uma máquina que de vez em quando manda uns ruídos estranhos, prefiro o diálogo com outro ou mais seres da mesma espécie que eu, na companhia de uma cervejinha fresquinha.... (se bem que ao fim de umas quantas por vezes dou por mim a conversar com seres de 4 patas, sejam da minha espécie ou não) numa mesa de café. (É nestas alturas que me lembro daquela música dos Da Weasel - "Todagente")
Mais outra verdade é que um blog não é um chat. Mas pronto, às vezes lá acabamos por comentar comentários ao nosso próprio comentário e torna-se algo assim uma beca esquisito.
Mais esquisito ainda é o facto de eu dizer que vou de férias quando já à 1 ou 2 semanas que estou de férias.
Mas também já reparei que não sou o único. Geralmente utiliza-se esta frase para mostrar alguma superioridade social dos que podem sobre os que não podem - Os que podem "vão de férias", os que não podem fazem férias em casa.
Os que podem adiantam-se sempre, e dizem "Dia tal vou de férias" à espera que o gajo que não pode lhe faça imediatamente a pergunta "E vais para onde?", à qual o gajo que pode responde "Vou ali a Espanha, mas é só uns dias, a seguir vou ao Brasil". A resposta é demolidora, para o gajo que não pode. É que o gajo que pode, ao ver a reacção de alguma inveja por parte do gajo que não pode, ainda lhe atira com um "mas" como que Espanha fosse um destino menor.
É verdade estas coisas acontecem.
Bem vou então de férias, e levo alguns objectos a que pretendo dar uso por estes dias: como por exemplo livros (onde entre os quais não se encontram o último de Dan Brown, o último Harry Potter ou qualquer outro de autoria de ex-concorrentes de reality shows), música (de todo o género, formato e feitio), lápis (4 cm de um Steadtler azul tipo 2B), caneta (bico fino) e um bloco de folhas. Ah! E uma bola.



P.S.: Estou com um bocado de receio de encontrar um "Harry Potter and the Half-Blood Prince" por cada guarda-sol, e por não ter um exemplar não me acharem um gajo fixe e assim não conseguir fazer amigos da minha idade.